O Alferes e o Seu Arnês – A Armadura de Duarte de Almeida (P. 2)

Due to this article’s length, I thought it wise to publish the English and Portuguese versions separately. For the English version, please click here.

(Este artigo foi originalmente preparado para a página Repensando a Idade Média, que vos convido a espreitar aqui.)

O ARNÊS E OS SEUS MISTÉRIOS

Apelidar o conjunto de armas pertencentes a Duarte de Almeida como um “arnês” é um facilitismo. Um arnês compreende-se como um conjunto de protecções de aço, dos pés à cabeça do combatente. No caso de Duarte, temos apenas uma protecção de cabeça (um capacete), uma protecção de tronco (uma couraça), e um conjunto de protecções de membros (um arnês de pernas). Nenhuma das três peças apresenta uniformidade estilística com as outras duas, o que é perfeitamente normal – ao contrário da homogeneidade de outras representações cavaleirescas, como retratos ou jacentes, a escolha das armas a ser usadas em batalha pelo cavaleiro é feita por questões de conforto ou necessidade a partir de um arsenal pessoal de elementos avulsos.

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Os elementos do arnês de Duarte de Almeida, segundo ilustração em Mann, J. (1933). “Notes on the armour worn in Spain from the tenth to the fifteenth century”,  p. 298.

ORIGENS DISPUTADAS (MAS POUCO)

Que estas armas tenham pertencido ao alferes português parece ser consensual entre portugueses e, particularmente, entre castelhanos, já desde longa data [1]. Afinal de contas, estamos a falar de um troféu de guerra, uma memória de triunfo sobre o inimigo que se eternamente perpetuada. Apesar da unanimidade e, em várias instâncias, contemporaneidade de muitos dos registos sobre o arnês, estaria científicamente em falta se não desse conta do pequeno estudo feito por Mario Arellano García, no artigo “Armadura del Lugarteniente de Alférez Mayor de Castilla”. Nesta sua análise, García atribui o arnês a um tal de Alonso de Sosa a partir de uma interpretação algo dúbia de uma antiga carta do século XVI. Sem me alongar sobre a análise do estudo, que não vem aqui ao caso, não creio que a atribuição tenha qualquer espécie de mérito; não só dista dos factos cerca de um século, como contraria todas as crónicas (e atribuições) coevas  sem grande razão de ser [2]. Fica no entanto a ressalva.

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O arnês de Duarte de Almeida. Fotografia retirada de “Afonso ‘the African’ and his Army: The Pastrana Tapestries as a Visual Encyclopedia for the Study of Arms and Armour” (todos os direitos reservados aos autores originais).

O CAPACETE

Olhemos agora para as componentes do arnês propriamente ditas, começando pela cabeça. O capacete [3] de Duarte de Almeida segue os modelos ibéricos típicos de final do século XV. Consiste num casco de ferro ou aço razoavelmente moldado à cabeça, embora alongado no topo do crânio, dotado de abas largas. Ao longo da circunferência do casco corre uma banda decorativa de 20mm, em latão ou bronze, com motivos florais; esta banda estica-se parcialmente para a crista do elmo, tanto sobre a testa como sobre a nuca. Outra banda, mais fina (10mm) corre ao longo da aba. Diz-nos José Andrés Godoy, autor do que é até ao momento o melhor estudo sobre a armadura de Duarte de Almeida, que está em “falta un pequeño segmento de la primera banda en el frente y más arriba (…), abolladura causada por un fuerte golpe” [4], o que não será de estranhar, dado que quem vai à guerra… . Este capacete apresenta marcas de armeiro comumente associadas à produção armeira de Calatayud, na província de Saragoça, que foi um dos grandes centros armeiros ibéricos dos finais da Idade Média. Estilisticamente, coaduna-se com várias peças oriundas desta zona, incluindo o capacete 1977-167-64 do Philadelphia Museum of Art e o capacete 35.192, quase seu gémeo, do Museo del Ejército em Madrid. Estamos portanto ante um exemplo típico de produção interna para o mercado ibérico.

A COURAÇA

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A couraça de Duarte de Almeida (imagem gentilmente cedida por Per Lillelund Jensen).

A couraça do conjunto é sem dúvida a peça de maior qualidade das três, e (pelo menos na minha humilde opinião) de maior beleza. É constituída por três partes: um espaldar, que protege as costas; a couraça propriamente dita, que protege a frente do tronco – couraça essa que por sua vez se subdivide num peito, que protege o tórax, e uma panceira, que protege o baixo ventre; e, por fim, um fraldão, do qual só nos restam três placas dianteiras.  Este é  um exemplo singularmente nobre das armaduras ditas “de exportação” produzidas por armeiros italianos para o mercado ibérico. Com efeito, sabemos pelas marcas patentes na panceira que esta couraça teria sido feita por um dos famosos Missaglia, a maior família ou rede de armeiros da época [5]. Indo pelas marcas, o mesmo armeiro que elaborou esta couraça terá elaborado várias outras peças de grande mestria, entre elas o elmete A 152 da Wallace Collection, em Londres, ou o elmete da armadura B1 do Museu Diocesano de Mântua, entre outras.

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A couraça do arnês B4 em Mântua. Notem-se as fivelas de cada lado da panceira, sob os sovacos.

Da parte frontal da couraça destaca-se o bloco com os orifícios de colocação do riste, no peito, que a marcam definitivamente como couraça de combatente montado [6]. Mas a característica mais saliente é sem dúvida a panceira em estilo “rabo de peixe”. Panceiras deste tipo, observáveis em todo o tipo de arte [7], encontram-se quase exclusivamente na Península Ibérica, já desde pelo menos meados do século [8], e atingem nesta couraça um dos seus expoentes máximos. Apesar de hoje se encontrar rebitada ao peito da couraça, a panceira estaria originalmente presa ao interior do peito por meio de duas fivelas, uma de cada lado, cujas presilhas ainda se podem ver. Esta configuração, que lhe permitia um pequeno grau de flexibilidade, é similar à de outras couraças italianas coevas, como é o caso da do arnês B4 também em Mântua [9]. A couraça e o espaldar encontram-se unidos por dois gonzos, do lado esquerdo, e duas fivelas, do lado direito.

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O espaldar de Duarte de Almeida (imagem gentilmente cedida por Per Lillelund Jensen).

Também o espaldar tem os seus congéneres italianos. É constituído por cinco placas sobrepostas, sendo que a placa que protege o fundo das costas se projecta um pouco sobre os glúteos, em jeito de início de fraldão. À excepção da placa superior, as quatro outras placas apresentam rebordos superiores rematados por três “cunhas” cada, nas quais se encontram os rebites que as unem umas às outras. Esta configuração encontra-se, por exemplo, numa couraça italiana em Lucerna (Historisches Museum, HM11), das mãos do armeiro Bernardino di Carnago.

Do fraldão só nos restam três placas acopladas à fronte da couraça, também elas semelhantes à couraça HM11 (entre outras).  A placa mais ao fundo terá sido perdida. Também não sabemos de que tipo de escarcelas estaria a couraça munida, embora não deva ter diferido muito das poucas que se podem observar nas Tapeçarias de Pastrana.

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Couraça HM11 do Historisches Museum de Lucerna.

Esta é uma couraça relativamente pequena, embora não o pareça. Duarte de Almeida seria possuidor de ombros largos – 38cm de braço a braço,  segundo as medições de Per Lillelund Jensen – e uma cintura fina – 23cm de raio -, dimensões que a tornam relativamente semelhante à couraça do arnês de Fernando, o Católico (A 645) na Hofjadg- und Rüstkammer de Viena. Seria justo dizer-se, contudo, que nem os homens, nem as suas couraças, se medem aos palmos.

O ARNÊS DE PERNAS

Por fim, o arnês de pernas. Se a couraça é a melhor componente do arnês, o arnês de pernas é sem dúvida a mais misteriosa. Tal como as restantes peças, o arnês de pernas encontra-se marcado por um armeiro, mas não foi até ao momento possível determinar a quem pertencem [10]. Godoy sugere que possa ter sido produzido em Portugal ou num dos restantes reinos ibéricos; nada na peça contraria essa sugestão.

Podemos subdividir o arnês em três partes: os coxotes, que protegem a coxa; as joelheiras, que protegem os joelhos; e as grevas, que protegem as canelas. Os coxotes, que apenas protegem a frente da perna, apresentam uma série de bordas recortadas junto ao  topo e imediatamente acima de uma saliência, chamada “stop-rib” em Inglês, concebida para deflectir golpes. Teriam em tempo tido uma faixa de couro afixada ao topo, através da qual se prenderiam a um gibão ou a um cinto por meio de cordões. Relativamente às joelheiras, é necessário assinalar logo à partida que a joelheira da perna direita, tal como a vemos, está mal montada: a parte externa, à qual se partiu a asa, está virada para o interior da perna [11]. Na joelheira esquerda podemos observar a asa sobrevivente, com um formato vagamente em forma de lágrima e uma aresta central pronunciada. Cada joelheira apresenta três placas acima e abaixo da placa central, cujas bordas são também elas dentadas. A placa mais ao fundo do joelho, a semi-greva, apresenta duas caneluras e uma fiada de orifícios junto ao rebordo inferior, sem dúvida para fixação de uma faixa de malha [12]. Finalmente, em relação às grevas, note-se a bela fisionomia da perna e a aresta central, do joelho ao pé, à semelhança da aresta da asa da joelheira. Repare-se que a ponta da greva da perna direita, junto ao calcanhar, terá sido rudemente remendada a dada altura. Ficam também de fora outras placas que cobririam os gémeos, a falta das quais fica assinalada por orifícios de antigos pernos/rebites. Há ainda a assinalar dois orifícios, de cada lado de cada greva, que teriam permitido a fixação de sapatos de ferro.

É curiosa esta decoração “dentada” patente ao longo do arnês de pernas, decoração que parece ter sido popular na Península: veja-se o par de eslpadeiras ibéricas num dos arneses da colecção Georges Pauilhac em Paris, as espaldeiras da efígie de João de Albuquerque (Aveiro) ou as ombreiras de Pedro Vázquez de Acuña y Albornoz (Dueñas, província de Palência).

ELEMENTOS EM FALTA

Está completo o catálogo das armas do alferes. Mas e o restante arnês? Facto é que dificilmente – para não dizer impossivelmente – Duarte de Almeida teria combatido sem protecção para os braços e as mãos, já para não falar de elementos complementares como peças de malha, babeiras ou sapatos-de-ferro. É possível que, considerando os ferimentos do alferes, as protecções de braços tenham sido removidas apressadamente, para se proceder a um tratamento rápido; ou perdidas no próprio campo de batalha. Não obstante essas considerações, não sabemos se teria havido mais peças deste conjunto e, se sim, o que lhes terá acontecido.

Qualquer que tenha sido o seu paradeiro, fica-nos o restante do belíssimo e peculiar conjunto do nosso Duarte, para nos mostrar como se armava um cavaleiro português em 1476 – com uma mistura de equipamento ibérico (possivelmente nacional) e estrangeiro, o topo de gama da época, verdadeiros exemplos da arte do aço em Portugal.

[1] Logo Pulgar, na sua Crónica de los Señores Reyes Católicos Don Fernando y Doña Isabel de Castilla y de Aragón, no-lo diz: “Fueron así mismo presos muchos portugueses, entre los cuales fue preso el Alférez que traía el Pendón real del Rey de Portugal e traído a la cibdad de Zamora. El Rey y la reina mandaron poner el arnés de aquel Alférez que fue tomado en la Capilla de los reyes de Santa María de Toledo”, em Crónica de los Señores Reyes Católicos Don Fernando y Doña Isabel de Castilla y de Aragón, p. 88. E a Pulgar muitas referências se seguem, como a do Tesoro de la lengua castellana, o española de Sebastian de de Covarrubias y Orozco: “En la batalla de Toro, se hallo por alferez  com el estãdarte Real Duarte de Almeida, y los Castellanos por quitarsele, y el y los Portugueses por defenderle le hizieron pedaços, y qdando muerto, o preso el dicho Duarte de Almeida, en lugar del estandarte se truxeron sus armas a Castilla, que es el arnes que està colgado a la entrada de la capilla de los Reyes nueuos en la yglesia mayor de Toledo” (1611, folha 52). Poderia fornecer mais exemplos, mas estes serão suficientes.

[2] Que García ele próprio faz questão de citar, minando assim qualquer base de apoio.

[3] Embora se use normalmente a designação geral de “chapéu-de-armas” para este tipo de protecções de cabeça, sigo aqui a nomenclatura adoptada por Alvaro Soler del Campo: “Em consonância com a terminologia tradicional da armaria, aplicar-se-á o vocábulo capacete para as defesas com calva semiesférica ou levemente pontiaguda, providas de aba”, em Agostinho, P. (2012). Vestidos para Matar: O Armamento de Guerra na Cronística Portuguesa de Quatrocentos. Coimbra: Imprensa da Universidade de Coimbra, p. 76.

[4] Godoy, J. (1994). “Armadura de Duarte de Almeida”. Em La Paz Y La Guerra En La Epoca Del Tratado De Tordesillas. Madrid: Electa, p. 308.

[5] A respeito dos Missaglia veja-se, por exemplo, Williams, A. (2003). The Knight and the Blast Furnace: A History of the Metallurgy of Armour in the Middle Ages & the Early Modern Period. Boston: Brill Publishers, pp. 57-58.

[6] O riste servia para encaixe da lança, essencial em cargas de cavalaria, e portanto não seria utilizado fora de combate montado.

[7] Em Portugal, a panceira “rabo de peixe” aparece-nos nos Painéis de São Vincente, em particular num cavaleiro do Painel do Arcebispo, e nas tapeçarias de Pastrana; em Espanha, surge-nos numa multitude de jacentes (um dos melhores exemplos dos quais é o de Don Juan Núñez Dávila na  Catedral de Ávila, de 1469), por exemplo. Encontra-se uma destas couraças no Musée de l’Armée, em Paris; parte um um arnês ibérico compósito proveniente da colecção de Georges Pauilhac.

[8] A representação mais antiga que consegui encontrar é o do jacente de García Laso de la Vega, no Convento de Santa Clara em Zafra, província de Badajoz, datada de 1456.

[9] Sobre este arnês, veja-se o sempre irrepreensível e sobejamente detalhado estudo em Boccia, L. (1982). Le armature di S. Maria delle Grazie di Curtatone di Mantova e l’armatura lombarda del ‘400. Busto Arsizio: Bramante, pp. 255-260.

[10] Donald la Rocca aponta para uma semelhança entre esta marca desconhecida e uma que se encontra numa couraça do Art Institute of Chicago, nº 1982.2536. Veja-se a nota 3 em La Rocca, D. (2011). “Afonso ‘the African’ and his Army: The Pastrana Tapestries as a Visual Encyclopedia for the Study of Arms and Armour”, p. 40.

[11] A fotografia de corpo inteiro que acompanha este artigo, retirada do artigo de La Rocca, consegue aliás a proeza de mostrar o arnês de cada perna vestido na perna errada. Enfim.

[12] Sobre estas faixas de malha, ou balzae em Italiano, diz-nos Tobias Capwell: “The role of Italian armour as a form of body-art comes to the fore when we turn our attention to the mail valances or balzae, short fringes of mail commonly hung below the main poleyn plates on Italian leg armour. These pieces were intrinsically Italian– they almost never appear outside of Italy, except in areas of immediate Italian influence, such as eastern Spain, and in a few cases, the Netherlands. They are emblematic of domestic Italian fashion and set it apart from all other styles”, em Capwell, T. (2017). “Mail and the Knight in Renaissance Italy. Part I”. Em Armi Antiche – Bollettino dell’Accademia di San Marcian. Torino: Chiaramonte, pp. 9-85. Neste caso em concreto, o Doutor Capwell parece ter restringido o campo em demasia, considerando que Portugal não se encontrava sob “immediate Italian influence” no que aos usos de armamento diz respeito. Não nos esqueçamos de que também o Painel do Arcebispo, dos Painéis de São Vicente, mostra estas balzae em uso.

BIBLIOGRAFIA

Blair, C. (1958). European Armour circa 1066 to circa 1700. London: B. T. Batsford

Boccia, L. (1982). Le armature di S. Maria delle Grazie di Curtatone di Mantova e l’armatura lombarda del ‘400. Busto Arsizio: Bramante

Breiding, D. (Outubro 2002). “Famous Makers of Arms and Armors and European Centers of Production.” In Heilbrunn Timeline of Art History. New York: The Metropolitan Museum of Art, 2000–. http://www.metmuseum.org/toah/hd/make/hd_make.htm

Capwell, T. (2017). “Mail and the Knight in Renaissance Italy. Part I”. Em Armi Antiche – Bollettino dell’Accademia di San Marcian. Torino: Chiaramonte, pp. 9-85.

de Covarrubias y Orozco, S. (1611). Tesoro de la lengua castellana, o española.  Madrid: Luis Sanchez. Disponível em-linha em https://books.google.pt/books?id=qKm8nzelynUC&pg=PA52-IA1&lpg=PA52-IA1&dq=el+arnes+de+duarte+de+almeida&source=bl&ots=qI5SJ5AKrG&sig=ACfU3U2w2WrLLvaFlVSbbMrU6WE550IzjA&hl=pt-PT&sa=X&ved=2ahUKEwi5pO-IzsvgAhUF4OAKHVPTAZsQ6AEwD3oECAIQAQ#v=onepage&q=el%20arnes%20de%20duarte%20de%20almeida&f=false

García, M. (2004). “Armadura del lugarteniente de Alférez Mayor de Castilla”. In Toletum: boletín de la Real Academia de Bellas Artes y Ciencias Históricas de Toledo (50), pp. 145-176. Disponível em-linha em https://realacademiatoledo.es/wp-content/uploads/2014/01/files_toletum_0050_07.pdf

Godoy, J. (1994). “Armadura de Duarte de Almeida”. Em La Paz Y La Guerra En La Epoca Del Tratado De Tordesillas. Madrid: Electa, pp. 308-3011.

La Rocca, D. (2011). “Afonso ‘the African’ and his Army: The Pastrana Tapestries as a Visual Encyclopedia for the Study of Arms and Armour”. Em Ibarra, M. A. de B. (2011). The Invention of Glory: Afonso V and the Pastrana Tapestries, pp. 29-41

Mann, J. (1933). “Notes on the armour worn in Spain from the tenth to the fifteenth century”. Em Archaeologia, V. 83, pp. 285-305. London: Society of Antiquaries of London

Pulgar, H. (1780). Crónica de los Señores Reyes Católicos Don Fernando y Doña Isabel de Castilla y de Aragón. Valencia: en la Imprenta de Benito Monfort (data da primeira edição: 1490)

(Deixo um agradecimento especial a vários amigos sem os quais este artigo não teria sido possível: ao João Brito, por me facultar acesso ao artigo de Godoy; a Per Lillelund Jensen, por me chamar a atenção para o artigo de Mario García e me facultar informação preciosa sobre certas dimensões da couraça, assim como duas excelentes imagens; a Santiago Miravalles, por me ajudar a deitar mão a alguma informação mais obscura; a Callum Tostevin-Hall por me chamar a atenção para certos pormenores das pernas; e aos meus camaradas Stan Roberts, Peter Kalkman e Martim Gervais, que me forneceram preciosos detalhes e horas de excelente debate que ajudaram a alicerçar este artigo)

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